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Empregos informais atingem volume recorde em 2022
Publicado em 28/02/2023
Em 2022, o número médio anual de empregados sem carteira de trabalho assinada bateu recorde, chegando a 12,9 milhões, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. Essa quantidade representa um aumento de 14,9% em relação a 2021, quando havia 11,2 milhões de trabalhadores em situação informal.
Além disso, a informalidade também atingiu um recorde absoluto, com 38,8 milhões de trabalhadores nessa condição. Por outro lado, a população ocupada atingiu um recorde de 98 milhões de pessoas e a taxa de desocupação apresentou o menor índice desde 2015, ficando em 9,3%.
Os trabalhadores com carteira assinada também aumentaram em relação a 2021, embora em proporção menor que aqueles sem carteira. A pesquisadora do IBGE, Adriana Beringuy, destaca que algumas atividades conseguiram ultrapassar o nível de ocupação pré-pandemia, mas ainda há questões a serem monitoradas, como a população fora da força de trabalho que não conseguiu retornar ao nível pré-pandemia.
O número médio anual de trabalhadores domésticos também apresentou crescimento em 2022, chegando a 5,8 milhões, um aumento de 12,2% em relação ao ano anterior.
No que se refere aos setores que mais impactaram o mercado de trabalho em 2022, destacam-se os setores do comércio e dos serviços. O segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve um crescimento de 9,4% no ano.
Entre os serviços, houve crescimentos significativos em outros serviços (17,8%) e alojamento e alimentação (15,8%).
Segundo o IBGE, o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi o único a ter uma queda percentual na população ocupada (1,6%).
A média anual da taxa composta de subutilização foi estimada em 20,8%, o que representa uma redução de 6,4 pontos percentuais em relação a 2021, quando a taxa era de 27,2%. Em 2020, esse indicador foi de 28,2%, em 2014 foi de 15,1% e em 2012 foi de 18,4%.
A média anual da população subutilizada (pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial) foi de 24,1 milhões em 2022, uma redução de 23,2% em relação a 2021. No entanto, esse patamar de subutilização ainda está 54,7% acima do nível de 2014, que foi de 15,6 milhões.
A população desalentada diminuiu 19,9% em relação a 2021. Em 2022, havia 4,3 milhões de pessoas nessa situação, ou seja, queriam trabalhar e estavam disponíveis, mas não buscaram trabalho por vários motivos, como falta de oportunidades adequadas, falta de experiência profissional ou qualificação, ou falta de oferta de emprego na região.
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